A Prefeitura Municipal promove na próxima terça feira, 24 de Julho, a apresentação da ORQUESTRA SINFÔNICA MARIUCCIA IACOVINO, na IGREJA DE SÃO BENEDITO, evento que faz parte da programação artística cultural da Décima edição do Festival Vale do Café.

ORQUESTRA SINFÔNICA MARIUCCIA IACOVINO

Fundada em março de 1998, a Orquestra Sinfônica Mariuccia Iacovino – pertencente à Academia de Orquestras e Coros Sinfônicos do Brasil.
Desde sua fundação, este grupo sinfônico é mantido pela ONG Orquestrando a Vida, que reúne, atualmente, cerca de, 105 integrantes, originados de diversas camadas sociais, principalmente aquelas menos favorecidas e inseridos na faixa etária dos 11 aos 18 anos.
Durante todos os anos de existência, a Orquestra vem sendo considerada uma iniciativa inédita, não só no Estado do Rio de Janeiro, mas no Brasil e na América do Sul, sendo a primeira orquestra brasileira a fazer parte do projeto venezuelano “El Sistema” da FESNOJIV (Fundacion del Estado para el Sistema Nacional de las Orquestas Juveniles e Infatiles de Venezuela) que mantém um intercâmbio de professores e alunos.
Com extensa temporada anual de concertos, realizados periodicamente no Teatro Municipal Trianon, de Campos, Rio de Janeiro a orquestra realizou diversas turnês de concertos por diversas cidades brasileiras e países da América Latina, dentre as quais, podem ser citados os seguintes teatros e espaços: Theatro Municipal do Rio de Janeiro (RJ-Brasil), Sala Cecília Meireles (Rio de Janeiro), Auditorium de la Escuela Superior de Musica de la Província de Misiones (Posadas – Argentina), Auditório de Radio Paraná (Encarnación – Paraguai), Auditório Belgrano (Buenos Aires – Argentina), Auditório San Agustín/Universidad Católica Argentina (Buenos Aires – Argentina), Salon Dorado Del Teatro Colón (Buenos Aires – Argentina), Mesquita Muçulmana de Mogi das Cruzes (Mogi das Cruzes /SP – Brasil), Palácio das Laranjeiras, Teatro Carlos Gomes/ Pontifícia Universidade Católica/ Museu do Ingá (Rio de Janeiro), Parque de Água Branca/ Igreja Matriz em Tatuí (São Paulo), Teatro do Sesi (Contagem-MG), Cine Teatro Pró-Música (Juiz de Fora-MG), Centro de Convenções do Pantanal/ Câmara Municipal de Cuiabá (Cuiabá-MT), Teatro Municipal de Dourados/ Teatro Municipal de São Gabriel do Oeste (Mato Grosso do Sul), Teatro Municipal de Macaé (Macaé-RJ), Teatro Vivo Rio (Rio de Janeiro), Golden Roon do Hotel Copacabana Palace, Teatro Paulo Gracindo(Petrópolis/ Festival de Inverno), Centro Sinfônico Nacional (La Paz – Bolívia).
A Orquestra conta com um vasto repertório de música brasileira, enfatizando a sua cultura com danças do folclore brasileiro como samba, capoeira e marchinhas de carnaval. A orquestra realiza grandes evoluções em palco com coreografias mostrando a brasilidade dos músicos e a riqueza dos ritmos brasileiros.


FESTIVAL VALE DO CAFÉ


Vale do Café é a denominação turística para o conjunto de 15 municípios da região do Vale do Paraíba do Sul Fluminense, localizado a cerca de 120 km da cidade do Rio de Janeiro, Brasil. São eles: Vassouras, Valença, Rio das Flores, Piraí, Engenheiro Paulo de Frontin, Paty do Alferes, Paracambi, Miguel Pereira, Mendes, Barra do Piraí, Pinheiral, Barra Mansa, Paraíba do Sul, Volta Redonda e Resende que, na década de 1860 produziam 75% do café consumido no mundo e garantiam ao Brasil a condição de líder mundial na produção e exportação de café. Hoje cerca de 30 dessas fazendas estão abertas à visitação.
O Vale do Café é um destino turismo, em desenvolvimento, com chance de se tornar um pólo turístico regional. Os atuais proprietários das fazendas, por iniciativa própria e com o apoio de entidades como o Intituto Preservale, o Conciclo (Conselho de Turismo da Região do Vale do Café), o IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico nacional), e o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), vêm unindo esforços para manter esse patrimônio histórico.
Todo o Vale do Paraíba ficou marcado durante muitos anos como uma região falida, remanescente de uma sociedade escravocrata e que promoveu a derrubada maciça da mata atlântica para o plantio do café. Porém, essa mesma sociedade, no século XIX, projetou o Brasil no cenário mundial como o maior produtor e exportador de café do mundo. O ciclo do café foi, economicamente, muito mais representativo, em termos de ganho que o Ciclo do Ouro, tão mais comentado. E esse fato trouxe para o Brasil um desenvolvimento econômico enorme. O dinheiro do café construiu ferrovias, iluminação pública e proveu todo o tipo de investimento em infra-estrutura que o Brasil fez durante esse período, além dos verdadeiros “palácios rurais” que são as fazendas históricas construídas pelos nobres da região. À medida que as famílias cafeeiras ganhavam dinheiro com o café elas importavam o luxo que a Europa, principalmente a França, tinha vender na época. Esse legado histórico e econômico, a despeito de qualquer posição política, merece todo o nosso respeito e, sobretudo o orgulho de nós brasileiros.
E julho de cada ano, desde 2003, a região acolhe o Festival Vale do Café, um evento que apresenta concertos de música nas fazendas, shows em praça pública e promove oficina de música com crianças da região

A apresentação da orquestra aqui em Barra do Piraí está marcada para 20:00

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